Saiu na última quinta-feira, e de Portugal, uma novidade no mundo da música que promete a aproximação e um diálogo maior entre músicos e produtores e os fãs. Trata-se do Headblendr, uma nova rede social com conteúdo voltado para os amantes de música eletrônica. Tiago Martins, que é formado em engenharia da informática, foi o pai da ideia. Tudo começou quando, depois de terminar sua graduação no Reino Unido, se mudou para o Brasil e começou a tocar em discotecas. Martins percebeu que havia espaço para a criação de algo que "centralizasse algumas tarefas de uma editora numa plataforma só".
Os músicos e produtores, a partir do pagamento de uma mensalidade, podem usar a plataforma para o lançamento de seus produtos: o Headblendr permite que seja colocada uma faixa musical e que o “dono” da música predetermine o número de “likes” que a o produto deve ter para que seja disponibilizado para download. Quem é fã, entra no site, ouve as músicas postadas e elege quais devem estar disponíveis para serem baixadas mais rapidamente, curtindo ou não.
Essa nova ferramenta possui um grande potencial de melhorar o desempenho dos artistas e editoras nas mídias sociais, dando a possibilidade de haver uma avaliação direta do produto a partir da resposta que vem imediatamente do público. Aquilo que antes era medido em audiência na televisão ou número de pedidos da música no rádio, agora migrou para as redes sociais eletrônicas e pode até recriar o controle das produtoras sobre seus artistas.
Atualmente, muitos músicos têm optado por uma carreira independente de gravadoras, sendo responsáveis por seu próprio trabalho. Se plataformas como essa caírem no gosto da população e passarem a ser disseminadas na rede, é possível que grandes empresas do meio artístico possam voltar a ter mais controle sobre o ramo, principalmente porque, no caso do Headblendr, trata-se de um site em que se paga para que faixas sejam lançadas.
Atualmente, muitos músicos têm optado por uma carreira independente de gravadoras, sendo responsáveis por seu próprio trabalho. Se plataformas como essa caírem no gosto da população e passarem a ser disseminadas na rede, é possível que grandes empresas do meio artístico possam voltar a ter mais controle sobre o ramo, principalmente porque, no caso do Headblendr, trata-se de um site em que se paga para que faixas sejam lançadas.
Tudo por enquanto não passa de especulação, até porque o Headblendr tem está na Internet a menos de uma semana, mas vale a pena acompanhar o desenvolvimento dessa ideia para ver se isso causará grandes mudanças neste mercado fonográfico que ainda se adapta ao avento da Internet.
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Link do Headblender:
http://www.headblendr.com/music
http://www.headblendr.com/music
Notícia publicada no site do Jornal de Notícias de Portugal: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=3381569&page=1


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